Após a celebação, consciencialização, paralização e outras que tais terminadas em
ão que tanto caracterizaram a integração dos 31 anos em mim(zinha), apercebo-me que vai ser esta a idade mais inesquecível e mais especial que já tive. Não fosse com ela que vá interpretar o papel social de mãe(zona). Sem lamechices nem presunções nem nada. A sério que não. Mas, definitivamente será uma verdadeira mudança na vida de uma pessoa, pois está claro! O Manel está a chegar e, finalmente, senti como uma pancadona na cabeça a necessidade de começar mesmo a sério, a sério, a preparar tudo para a sua chegada, que ainda por cima foi antecipada por se tratar de uma bebézão! Então, passo horas a planear e a imaginar como será o momento em que lhe botarei os meus olhos em cima. O momento em que o vou cheirar, apertar, beijar, inspeccionar...tudo. A cabeça anda a mil e as emoções também. De repente sinto um travão. Os planos para ir aqui e alí, do ponderar curtir, ainda, no Festival Islâmico em Mértola, começam a ser substituídos por outros...como, ir comprar o resguardo do colchão do berço do bebé, lavar as roupinhas todas dele, tratar de arranjar camisas-de-dormir minimamente engraçadas(coisinha que toda a vida odiei, diga-se), para levar para a maternidade, a tesoura, o pente, a escova, os discos de amamentação, colocar a barrinha dos animais da quinta no quartinho e
otras cositas más que ainda me faltam. Ainda não está cá fora e a mudança já começa a operar. E o mais engraçado é que temos achado uma delícia estas transformações todas e na forma como priorizamos a nossa vida!Daqui a um mês seremos apresentados e esse momento é cada vez mais ansiado.